Fama instantânea
15 marSabe, eu acho interessante essa questão da fama em 3 minutos.
Não que quem consegue essa proeza não merece, mas não que mereça também, afinal achamos cada coisa de sucesso questionável, não?!
Voltando ao pensamento linear… (1)
O modo como as pessoas ficam famosas não me parece muito democrático e, tão pouco, justo.
É que me parece meio aleatório. Algumas coisas são realmente boas e valem a pena, mas muitas vezes isso não acontece. O YouTube é um exemplo clássico disso: ”Broadcast Yourself”!
Milhões de vídeos são postados todos os dias, sem controle de qualidade. O que resulta no que vemos hoje: (des)informações. Tá, nem sempre é assim, eu assisto e dou altas risadas com algumas dessas coisas na internet.
(inclusive eu me distraí agora vendo um vídeo no YouTube. não que isso seja uma informação interessante pra você, mas mesmo assim eu resolvi falar.)
Uma coisa que eu tenho percebido é um novo formato de Big Brother: o auto Big Brother.
Cada vez mais as pessoas gostam e passam a usar esses mecanismos todos de auto exposição. E eu sei que eu não posso falar nada, afinal eu tenho um blog, orkut, twitter e facebook. (!)
Este post parece uma crítica? Veja bem, eu não quero que seja uma crítica, é só uma reflexão minha, mesmo porque (ou por que, eu nunca sei usar essas variações) eu ainda não tenho uma opinião 100% formada sobre isso.
Voltando… (2)
Já é comum ligar a câmera e mandar o link no twitter (twitcam), fazer canais no youtube e contar as
views. Fiquei sabendo (hoje) que até existe um chat por câmera! Você deixa sua câmera ligada e vai conversando com pessoas do mundo inteiro! Não gostou do seu novo ‘amigo’?! Next!
Eu não sei se consigui me expressar direito, percebi que desvio muito a minha atenção. Na verdade não é bem isso, é que um assunto puxa o outro e quando vou ver tenho que apagar o que estava escrevendo para não ficar muito confuso e voltar ao assunto. Acho que isso é comum, não?!
Enfim… (3)
Essa possibilidade de ver e ser visto me chama a atenção. É como eu disse no começo, não existe um filtro que separa as coisas boas das ruins e, pensando de imediato, acho que pode até esfriar o senso crítico de quem assisti, de quem vê, já que é cada vez mais comum as pessoas se tornarem ícones por besteiras engraçadas.
Bom, hoje eu não estou conseguindo me focar em um único assunto. Acho até que vou fazer outro post sobre isso mais tarde, mas por enquanto fico por aqui. Espero que tenha dado pra entender e, se não deu…sorry! Vou tentar fazer melhor da próxima vez. Ou não.
Enquanto eu tava procurando imagens pra deixar o post menos sério, eu fiquei reparando nas propostas dessas mídias sociais…
Twitter: What I am doing?!
Desculpa, porque cargas d’água eu quero saber o que você tá fazendo ou você o que eu estou fazendo?! Isso é na verdade um mecanismo de auto satisfação, onde cada follower novo é uma vitória! ‘Yets, tenho x followers!’
É como no orkut, ninguém tem a mesma quantidade de amigos na vida real que tem no orkut. Fato!
YouTube: Broadcast Yourself
Acho que é auto-explicativo, não? A não ser que você seja a Rede Globo ou a CBN, não sei que tanto você acha que vai ter pra informar além da sua vida. O que volta pro que eu falei sobre o Twitter. E sim, os artistas se encaixam aqui, tudo o que eles querem é a promoção da imagem deles.
Ai, isso tá muito crítico. E paradoxal, já que eu uso o twitter e tenho fotos no orkut e no facebook.
Vou parar por aqui, tá me dando vontade de deletar as minhas mídias sociais, coisa que eu não quero, afinal eu faço parte dessa sociedade narcisista e auto expositiva.