Setembro 10, 2009

Convergências

A tecnologia realmente não para.

A Apple resolveu lançar, com a volta de Steve Jobs, uma nova versão para o iTunes. Dessa vez o programa terá conteúdo de LP.

Isso mesmo, músicas, fotos e extras das bandas. É claro que ainda falta muito pra chegar no Brasil, mas além dessa novidade que, particularmente, é bem agradável, Jobs anunciou também uma novidade no iPod nano: câmeras de vídeo.

Voltando para a esfera musical, o diretor-executivo da Apple também anunciou a versão 9 do iTunes, que permite controle de aplicações e compartilhamento com até 5 computadores de uma mesma residência.

É, muitas novidades, vamos aguardar!

Setembro 7, 2009

Abandono consciente

Abandonei o blog né, to sabendo.

Mas assim, eu acho que precisar arrumar assuntos mais interessantes pra comentar ou pra falar sobre, isso tá parecendo mais um diário, que nem de longe é a minha intenção.

Ok, prometo pra mim mesma, a única leitora desse blog afinal, que vou arrumar uma solução pra sobrevivência dele.

Julho 7, 2009

Post sem propósito

Eu sei que Freud me daria uma boa explicação, mas eu realmente gostaria de entender a necessidade que nós pessoas temos de sermos notadas!

Não vou expor aqui, diferente de quase sempre, alguma reflexão minha sobre o assunto, mesmo porque eu tento formar uma opinião sobre isso, mas não consigo. As vezes me parece auto-afirmação, depois penso que pode ser a questão de ’ser alguém no meio de muitos’, então eu penso que pode ser ego.

Enfim, deu pra perceber que por enquanto não sei o que pensar sobre.

Junho 22, 2009

Diploma, pra que te quero?!

É, parece que a decisão de Gilmar Mendes causou bastante tumulto. 

Segundo o Estadão, cerca de 200 estudantes de jornalismo protestaram hoje contra a não obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão.

Confesso que pensei que seria uma boa, mas passando os fervores iniciais, me posicionei contra! Penso que o jornalismo, como qualquer outra profissão, demanda técnica e conhecimento profundo da área, o que dificilmente acontece caso não se tenha a base que o ensino superior dá.

Pensando um pouco mais, acho que o tratamento dado para o jornalismo é comum na área de humanas, como em filosofia ou em publicidade, onde a maioria pensa depender mais de insights criativos do que técnica ou estudo propriamente dito.

Mas enfim, vamos ver o que essa nova demanda de ‘jornalistas autônomos’ nos trará de bom (ou ruim).

Junho 15, 2009

Reflexão

Lendo o post sobre diálogos no Dois braços esquerdos, parei pra pensar na imaginação cinematográfica que costumamos ter.

Não sei se faz parte do imaginário humano ou se virou uma convenção depois do Black Maria, mas acontece comigo e creio com a maioria: depois de alguma situação marcante, costumo fazer um take 2 pensado, fazendo as mudanças que eu bem entendo, criando um roteiro e um diálogo específico, com as palavras, vírgulas e expressões que eu poderia ter dito e não disse.

Reparar nesses ‘filmes imaginários’ me fez refletir sobre a catarse do cinema e do teatro. Pensando melhor (ou não), acho que qualquer tipo de ‘realidade inventada’ pode ser um simulacro utópico, funcionando como uma máquina do tempo, que mesmo de um modo platônico, satisfaz a perfectibilidade do homem. Tudo bem, talvez perfectibilidade não seja o termo mais adequado, mas acho que também cabe na vontade do homem de ter onipotência e também de viver sem experienciar, ou vice e versa.

Acho que pareço confusa, mas é assim que estão meus pensamentos. 

Junho 15, 2009

Junho 15, 2009

liberdade criativa, eu gosto disso.

 

Junho 15, 2009

Flip 2009

De 1 a 5 de juhlo estarão reunidos em Paraty 34 autores como Chico Buarque (que eu espero ver esse ano)  na FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty, em mais uma rodada de mesas literárias e oficinas com discussões interessantes.

Richard Dawkins, autor de Deus, um delírio, também dará as caras. 

Muita coisa boa vai acontecer, começando com o show de abertura de Adriana Calcanhoto. Como sempre, digo que fica a dica!

Maiores informações no site da festa.

Junho 9, 2009

Berman em Machado

(Tudo o que é sólido desmancha no ar e Memórias Póstumas de Brás Cubas)

O bom de poder conciliar os gostos literários com os trabalhos da faculdade:

Para Berman, a natureza da modernidade é ‘irônica e contraditória, polifônica e dialética, essa voz denuncia a vida moderna em nome dos valores que a própria modernidade criou, na esperança de que as modernidades do amanhã e do dia depois de amanhã possam curar os ferimentos que afligem o homem e a mulher modernos de hoje‘, assim como o modo de Brás Cubas levar a vida e a filosofia humanística de Quincas Borba na obra machadiana.

Analisando a obra de Machado de Assis vemos um afastamento do homem civilizado à partir de um ‘olhar sobre si mesmo’, proposto por Berman e esse por sua vez, influenciado por Foucault e pulverizado no discurso póstumo sem censura do personagem fictício que, caracterizando bem o homem do século XX, simplesmente aceita o destino e não crê no ser humano.

Outro ponto tangencial das obras é o turbilhão de permanente desintegração e mudança, que além de outros fatores, depende das experimentações do homem moderno, que é incapaz de delimitar o que é viver para si próprio.

Em seu texto, Berman cita também o pensamento nitzcheano que aborda a humanidade moderna em meio a um vazio de valores e com inúmeras possibilidades de escolha, retratando a angústia de Brás Cubas no que diz respeito a faculdade, ao trabalho e ao emplasto, que tinha como real motivação o fato de poder trazer uma imortalidade e reconhecimento ao personagem, mesmo depois de morto. Rousseau também aborda a ausência de sentido da vida em sua novela “A nova Heloísa”, descrevendo a sociedade moderna sob os olhares do já comentado turbilhão de informações e mudanças.

Partindo da contrariedade de que, de fato, tudo o que é sólido desmancha no ar, fecho o meu raciocínio por vezes ilógico, com algumas colocações de Marx comentadas por Berman e ilustradas no final do livro de Machado de Assis, evidenciando uma parcela sólida que está prestes a desaparecer, sendo seguida pela negação de tudo que já era pré estabelecido; revelando, no caso fictício, o ceticismo do ‘defunto-autor’ com relação ao mundo, que dentre muitas negações afirma que até não ter filhos apresenta um lado positivo, que seria o de não transmitir o legado da nossa miséria humana.

 

 

Confuso?! Espero que não.

Junho 7, 2009

A Alice de Burton

Não é a primeira vez, mas Johnny Depp fará parte do elenco do novo filme de Tim Burton, que contará a famosa história da curiosa Alice no seu país das maravilhas.

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Há, entretando, uma espectativa maior, pelo menos de minha parte, para esse filme que mistura live action e animação que tem estréia prevista para março de 2010 nos EUA.

Além de Johnny Depp, o elenco conta com Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Michel Sheen e Mia Wasikowska no papel de Alice.

O longa é um projeto em parceria com a  Walt Disney Studios e será lançado em 3D.

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Agora é esperar e admirar mais uma das inusitadas direções de Tim Burton.